01.
O mesmo tipo de ação volta a aparecer
Quando reclamações diferentes cobram sempre a mesma coisa, o problema deixou de ser o caso e passou a ser a rotina que o produz. Corrigir a origem custa menos do que defender cada repetição dela.
Esta é a frente preventiva do escritório: adequar as práticas da empresa à legislação trabalhista antes de existir processo. O trabalho identifica possíveis irregularidades na rotina, mede onde cada uma expõe a empresa e reduz esse risco pela ordem que importa. Boa parte do passivo não nasce de má-fé, e sim de rotina que ninguém revisou: jornada controlada de um jeito e paga de outro, terceirização sem contrato claro, desligamento feito no improviso. Atendimento presencial na Granja Viana, em Cotia, e online para empresas de todo o Estado de São Paulo.
7
Anos de atuação do escritório
2
Sócios advogados que conduzem os casos
100%
Das causas conduzidas pelos próprios sócios
Quando procurar
01.
O mesmo tipo de ação volta a aparecer
Quando reclamações diferentes cobram sempre a mesma coisa, o problema deixou de ser o caso e passou a ser a rotina que o produz. Corrigir a origem custa menos do que defender cada repetição dela.
02.
A empresa cresceu e o processo interno ficou igual
Rotina de RH montada para vinte pessoas costuma não sobreviver a cem. Contratação, controle de jornada e desligamento passam a conviver com exceções que ninguém registrou, e é nas exceções que o passivo se acumula.
03.
Existe fiscalização em curso ou notificação de órgão
Auditoria do trabalho, notificação ou termo de ajustamento mudam o relógio: passa a haver prazo e interlocutor. A resposta precisa vir organizada e sustentada em documento que já exista, não em documento produzido às pressas.
04.
Vai haver compra, venda ou entrada de sócio
Em operação societária o passivo trabalhista é levantado por quem está do outro lado. Chegar nessa mesa sem saber o próprio número é entregar a negociação antes de começar.
Como funciona
01.
Identificação de irregularidades na rotina
Leitura do que a empresa faz de fato, não do que está escrito na política. Contratação, jornada, banco de horas, terceirização, home office, desligamento e a documentação que sustenta cada um deles.
02.
Mapeamento do risco por frente
Cada prática recebe uma leitura de exposição: o que já é discutido com frequência na Justiça do Trabalho, o que depende de prova que a empresa não tem e o que está apenas desatualizado.
03.
Plano de adequação por prioridade
A lista sai ordenada por risco e por esforço, não em ordem alfabética. O que é urgente e barato vem primeiro; o que exige mudança de sistema ou de contrato entra com prazo e responsável definidos.
04.
Implantação e revisão periódica
Redação ou revisão de política interna, ajuste de contrato e modelo de documento, com acompanhamento para conferir se a prática mudou junto com o papel.
Frentes de conformidade
Três frentes concentram a maior parte da exposição das empresas da região. Em cada uma o trabalho é o mesmo: verificar a prática, adequar à norma aplicável e reduzir o risco que sobra, com obrigação, prazo e documento próprios.

A obrigação de identificar e gerenciar riscos psicossociais no programa de gerenciamento de riscos da empresa, o que precisa estar documentado e como isso se conecta com a fiscalização do trabalho.
Saiba mais
O canal, a apuração e o registro do que a empresa fez depois de receber a denúncia, que é de onde costuma sair o material de uma apuração interna de fraude. É o conjunto que a Lei 14.457/2022 tratou e que costuma decidir a defesa em ação de dano moral.
Saiba mais
O levantamento do passivo trabalhista de uma empresa antes de compra, venda, fusão ou entrada de sócio, com a leitura do que é contingência provável e do que é apenas possível.
Saiba maisQuem conduz
A frente preventiva é conduzida pelos dois sócios, cada um pelo lado que a formação sustenta.
Cesar de Andrade Filho traz a leitura de quem defende a empresa no processo: ele sabe qual documento é cobrado quando a discussão chega à Justiça do Trabalho, e é essa lista que orienta o que a rotina precisa passar a registrar.
Amanda Bornacina de Castro conduz a investigação interna e a consultoria em conformidade e gestão de riscos, incluindo o canal de denúncias e o tratamento da denúncia dentro da empresa. A formação em Direito Penal Econômico pela Universidade de Coimbra é o que dá lastro à apuração de fraude e irregularidade.
A revisão de rotina não promete eliminar processo. O que ela muda é a posição da empresa quando o processo aparece: com registro organizado, a discussão passa a ser sobre o mérito, e não sobre a ausência de prova.
Granja Viana II, Cotia
Onde atendemos
O escritório funciona na Avenida José Giorgi, 1181, conjunto 12, na Granja Viana II, e atende empresas de Cotia, Carapicuíba, Barueri, Osasco, Jandira, Itapevi e Embu das Artes. São sete anos de atuação na região, sempre pelo lado da empresa.
Cotia fica na Região Metropolitana de São Paulo, que ficou fora da jurisdição do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região e permaneceu na 2ª Região. O TRT da 2ª Região mantém um Fórum Trabalhista de Cotia e informa que, dos 46 municípios abrangidos pela sua jurisdição, 34 dispõem de fóruns trabalhistas.
O trabalho de conformidade é o que menos depende de deslocamento: diagnóstico, leitura de documento e plano de ajuste são feitos a distância sem perda, com atendimento online em todo o Estado de São Paulo. As visitas presenciais ficam para o que precisa ser visto no local.
Perguntas frequentes
Conteúdo informativo, que não substitui a análise do caso concreto.
Perguntar pelo WhatsAppPerguntar pelo WhatsAppNão existe uma obrigação única e geral chamada conformidade trabalhista. O que existe é um conjunto de obrigações específicas, cada uma com sua própria norma: gerenciamento de riscos ocupacionais, medidas de prevenção ao assédio, registro de jornada, documentação de contratação e desligamento. O programa é a forma organizada de cumprir esse conjunto e de conseguir demonstrar depois que ele foi cumprido. É a demonstração que costuma faltar.
Três coisas: existir por escrito, ter data e ter evidência de que foi aplicado. Política guardada em pasta e nunca comunicada não sustenta defesa. O que costuma pesar em juízo é o registro de que o empregado recebeu, leu ou foi treinado, e o registro do que a empresa fez quando um problema apareceu. Documento sem rastro de aplicação vale pouco.
O programa não apaga fato passado, e nenhuma ação já ajuizada muda de rumo porque a empresa criou política depois. O que ele pode fazer é sustentar a defesa quando os documentos daquele período existem, e demonstrar a conduta da empresa diante de uma denúncia específica. Por isso a resposta honesta é que o efeito é maior no que ainda não virou processo do que no que já virou.
Pelo que produz mais discussão e depende de prova que costuma faltar: controle de jornada e o que é pago em relação a ele. Depois vêm os contratos que fogem do padrão, terceirização e contratação como pessoa jurídica, e a documentação de desligamento. Riscos ocupacionais e canal de denúncias entram na mesma leva porque têm norma própria e prazo. A ordem sai do diagnóstico, não de uma lista pronta.
Depende do tamanho da empresa e de quanto já existe documentado. O diagnóstico costuma ser a parte mais rápida, porque é leitura do que já existe. O plano de ajuste é entregue em seguida, ordenado por prioridade, e a implantação acontece no ritmo que a empresa consegue sustentar. Não há ganho em fazer tudo ao mesmo tempo: o que muda no papel e não muda na prática volta a ser problema.
O diagnóstico é feito principalmente sobre documento e sobre conversa com quem cuida do RH e da operação. Não é auditoria com equipe instalada dentro da empresa. Onde há visita, ela é pontual e combinada. O que costuma tomar tempo do cliente é reunir o que está espalhado entre sistema, contador e arquivo físico.
Os dois trabalhos conversam. A defesa em curso mostra qual documento está sendo cobrado e qual costuma faltar, e essa informação alimenta a revisão de rotina. Na direção contrária, a organização documental facilita a defesa seguinte. O escritório conduz as duas frentes, o que evita que uma descubra o que a outra já sabia.
Sim. O atendimento presencial acontece na Granja Viana, em Cotia, e alcança empresas de Carapicuíba, Barueri, Osasco, Jandira, Itapevi e Embu das Artes. O trabalho de conformidade é o que menos depende de presença física, então para empresas de outras cidades o diagnóstico, o plano e o acompanhamento são feitos online em todo o Estado de São Paulo.
A maior parte das empresas que procura o escritório já tem alguma política escrita. O que costuma faltar não é o documento, e sim a evidência de que ele saiu do papel. Em juízo, política guardada em pasta e nunca comunicada tem pouco efeito, porque o que se discute é a conduta da empresa, e conduta se demonstra com registro. É essa distinção que separa um programa que reduz exposição de um que apenas existe.
Um conjunto enxuto e coerente sustenta melhor a defesa do que um manual extenso contradito pela prática. Quando a política determina uma coisa e o registro de jornada, o contrato ou a comunicação interna mostram outra, o documento deixa de ser prova a favor e passa a evidenciar critério declarado e não cumprido. Como advogado de conformidade trabalhista para empresas em Cotia, o escritório trata essa checagem de coerência como parte do diagnóstico, e não como refinamento posterior.
Parte do conjunto não é opção. A Norma Regulamentadora 1 estrutura o gerenciamento de riscos ocupacionais e exige identificação, avaliação, plano de ação e documentação revisada. A Lei 14.457, de 2022, trouxe medidas de prevenção e combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho, com obrigações dirigidas principalmente às empresas que têm Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio. Cada uma tem exigência documental própria.
Programa de conformidade não impede que a empresa seja acionada, e nenhum documento afasta discussão judicial. O que ele muda é a posição da empresa quando a discussão chega: com registro organizado, o debate passa a ser sobre o mérito do que aconteceu, e não sobre a ausência de prova. Também vale registrar que o efeito é maior no que ainda não virou processo do que no que já virou, porque documento criado depois não alcança fato passado.
Quando a empresa contrata serviço de terceiro e o empregado da prestadora ajuíza ação, a contratante costuma ser incluída no polo passivo. A discussão então deixa de ser apenas sobre o que a prestadora fez e passa a envolver o que a contratante acompanhou. É uma exposição que nasce da estrutura da operação, e não de um erro pontual, e por isso ela se trata com rotina documental e não com cláusula contratual.
A fiscalização do contrato de terceirização é trabalho de periodicidade, não de auditoria única. Na prática significa definir quem, dentro da empresa, recolhe os comprovantes da prestadora, com que frequência, onde eles ficam guardados e o que acontece quando algum não chega. Empresa que só descobre a lacuna quando é citada costuma não ter mais como reconstruir o período discutido.
O Supremo Tribunal Federal firmou entendimento sobre a licitude da terceirização, inclusive de atividade-fim, e o tema 725 é a referência mais citada nessa linha. O efeito prático é que a discussão deixou de girar em torno de a terceirização ser permitida ou não, e passou a girar em torno de como o contrato foi executado e do que a contratante consegue demonstrar sobre o acompanhamento.
O escritório funciona na Avenida José Giorgi, 1181, conjunto 12, na Granja Viana II, em Cotia, e atende empresas de Cotia, Carapicuíba, Barueri, Osasco, Jandira, Itapevi e Embu das Artes. São sete anos de atuação na região, sempre pelo lado da empresa. Esse recorte importa no trabalho preventivo porque as discussões que chegam do mesmo conjunto de cidades tendem a se repetir, e a repetição é o que permite antecipar.
A frente de conformidade do escritório não é montada a partir de manual genérico. Ela se apoia no que a defesa em processo mostra: qual documento é efetivamente cobrado quando a discussão chega à Justiça do Trabalho e qual costuma faltar. Empresas da mesma região, com perfis parecidos, apresentam lacunas parecidas, e o diagnóstico começa justamente pelas que mais aparecem.
Cotia fica na Região Metropolitana de São Paulo, que ficou fora da jurisdição do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região e permaneceu na 2ª Região. O TRT da 2ª Região informa que, dos 46 municípios abrangidos pela sua jurisdição, 34 dispõem de fóruns trabalhistas. Isso descreve a geografia institucional em que as empresas atendidas pelo escritório costumam litigar, e não a situação de nenhuma delas em particular.
Nada aqui diz o que se aplica ao caso de uma empresa específica, nem qual unidade judiciária examinaria uma discussão concreta. Competência e enquadramento dependem de fatores do caso e da decisão do juízo. O que está descrito é o recorte de atuação do escritório e a forma como o diagnóstico de conformidade é conduzido.
Outras áreas

A defesa da empresa reclamada na Justiça do Trabalho, da contestação à sentença, com a condução das audiências e o preparo de quem representa a empresa.
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Atuação da empresa executada por instituição financeira: análise do contrato, dos encargos e do título que embasa a execução, com os embargos cabíveis.
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O diagnóstico começa por uma conversa sobre como a empresa contrata, controla jornada e desliga hoje. Atendimento presencial em Cotia e online para empresas de todo o Estado de São Paulo.